Imagine que uma caneca nunca tivesse existido.
Alguém cria aquele objeto, segura nas mãos e diz: “Caneca.”
A partir daquele momento, ele passa a carregar um nome, uma função e um significado. Pode receber chá, água ou até se tornar um enfeite. Seu uso muda, mas seu registro permanece.
Com as palavras acontece algo parecido: quando falamos, levamos para fora uma informação que antes estava dentro de nós.